A Rússia está acelerando suas ações com sanções adicionais.


Em 27 de abril, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia anunciou medidas de retaliação contra a 20ª rodada de sanções da UE.
Como resposta, expandiu significativamente a lista de pessoas proibidas de viajar.

Em relação às novas sanções aprovadas pela UE em 23 de abril, a Rússia adotou uma postura bastante firme.
A expansão da lista inclui representantes de instituições da UE, representantes dos Estados-membros e pessoas relacionadas a países europeus que promovem políticas anti-Rússia.
Não se trata apenas de políticos, mas também de ativistas civis, acadêmicos e membros do parlamento, que passaram a fazer parte das sanções adicionais.

De acordo com a alegação russa, as pessoas na lista estão envolvidas na decisão de fornecer apoio militar à Ucrânia, participam de atividades que prejudicam a integridade territorial da Rússia, promovem sanções contra a Rússia, entre outras “acusação”.
Além disso, a Rússia afirma que essas pessoas também estão envolvidas em obstrução de navegação marítima, perseguição a autoridades russas e na promoção da confiscação de ativos russos.

Enquanto a guerra de retaliação continua na forma de sanções adicionais, a Rússia optou por uma estratégia de contra-ataque ampliando a lista.
Inclui até políticos e intelectuais europeus que votaram em resoluções anti-Rússia, demonstrando uma postura rigorosa.
Esse movimento indica que o conflito entre a Rússia e a UE está se aprofundando ainda mais.
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