Acabei de ver uma decisão judicial bastante absurda, a mãe do SBF, Barbara Fried, tentou apresentar documentos em nome do filho ao tribunal, mas foi imediatamente rejeitada pelo juiz. O juiz Lewis Kaplan deixou bem claro que, independentemente de Barbara Fried ser mãe do réu ou ex-professora da Universidade de Stanford, ela não tinha autorização para apresentar documentos neste caso.



A razão é que o SBF afirmou na prisão que não consegue usar softwares de processamento de texto ou acessar documentos, e sua mãe quis ajudar a solicitar uma prorrogação. Mas o juiz já prorrogou o prazo até 23 de março, com uma postura firme — não aceita nenhuma carta ou mensagem de telefone de Barbara Fried, apenas o próprio SBF ou seu advogado podem fazer isso.

O SBF foi condenado a 25 anos por causa do falência da FTX, e ainda está cumprindo a pena. No mês passado, ele mesmo apresentou uma moção alegando novas evidências para um reexame. Essa série de ações parece um pouco desesperada, até a mãe não consegue ajudar.
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