Depois de amanhã, Trump virá à China.


Exatamente 9 anos, ele pisará novamente nesta terra.
Mas aquela vez em 2017, é completamente diferente do presente.
Da última vez, ele veio com a faca da guerra comercial, com todas as cartas na mão, confiança total, claramente querendo pressionar a China.
E desta vez?
Do lado do Irã, o orçamento militar está em chamas, a inflação doméstica não consegue conter, o Supremo Tribunal acabou de declarar inconstitucional a sua política de tarifas, a cadeia de suprimentos global deu uma volta grande, e no final ainda voltou para os braços da China.
Falando de forma direta: desta vez, não é para negociar condições, é para pedir uma saída.
O núcleo são três questões: como reduzir tarifas, como afrouxar o controle de chips, como continuar o fornecimento de terras raras.
O que é interessante é — cada uma dessas questões, o controle da iniciativa não está nas mãos dele.
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